Palavras que tardaram a chegar, mas que agora fluem como um rio de possibilidades. Versos que nascem do silêncio contemplativo, contos que emergem das sombras da memória e reflexões que iluminam o cotidiano com nova perspectiva. Um refúgio literário onde compartilho as inquietações e descobertas de um poeta que encontrou nas palavras, mesmo que tardiamente, sua verdadeira forma de existir e dialogar com o mundo.
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segunda-feira, janeiro 12, 2026
O Chão dos Dias
sexta-feira, janeiro 09, 2026
Pequeno atraso
Este poema nasceu de um pequeno desencontro entre meu corpo e o dia que já havia começado.
terça-feira, dezembro 30, 2025
Nômades que Somos
Entre o fim e o começo, um intervalo chamado travessia, ali, o novo ano ganha consciência.
domingo, dezembro 21, 2025
1/2 século: um tempo escultor
Das raízes da memória ao agora que se forma.
segunda-feira, dezembro 15, 2025
Estradas, Desertos e Flores
O homem contemporâneo. Pós-promessa e pós-ilusão...
Nota do autor
terça-feira, outubro 21, 2025
Se voltasses...
Quando a ausência permanece — e a saudade floresce em silêncio.
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✒ Este e todos os demais conteúdos deste blog são obras de autoria de Pedro Trajano de Araujo.
⚠ A reprodução, total ou parcial, para fins comerciais, é proibida sem autorização expressa do autor.
📧 Contato: pedrotrajanoaraujo@gmail.com
terça-feira, setembro 16, 2025
Volto Já
Um instante de pausa para reencontrar a mim mesmo
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terça-feira, setembro 02, 2025
A Vida em 4 Operações
Somando instantes, multiplicando sentidos — porque viver é mais sobre sentir do que contar.
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terça-feira, julho 22, 2025
Quero
terça-feira, julho 15, 2025
A Bagagem
terça-feira, julho 08, 2025
Entre as Horas, Silêncio
Entre o som do despertador e o café no fogo,
nasce um mundo fora do Plantão News.
Um broto rompe a terra.
Um bebê ensaia seu passo inaugural.
✍️
terça-feira, julho 01, 2025
O Próximo Segundo é Inédito
quarta-feira, junho 25, 2025
Heróis de Fumaça
terça-feira, junho 17, 2025
O Valor de Sentir
terça-feira, maio 13, 2025
Reaprender a Esperar
Nem tudo acontece no deslize dos dedos,
os amores verdadeiros pedem tempo, não pressa.
O café esfria, o ônibus atrasa,
nem sempre se veem dois riscos azuis na tela,
a resposta não chega — mas a vida continua.
As estações do ano seguem sendo quatro,
uma criança ainda leva nove meses para nascer,
não existe algoritmo que ensine a viver.
Enquanto espero, desaprendo a correr.
Reaprendo a respirar devagar.
Porque, às vezes,
o que demora
é o que vale a espera.
✍️ @opoetatardio — Pedro Trajano
terça-feira, maio 06, 2025
Minha Viagem
quinta-feira, maio 01, 2025
Quando Era Só Viver
terça-feira, abril 22, 2025
Andarilho que Sou
Nasci em um calendário desatualizado,
carrego o tempo como quem veste um casaco gasto.
Desejei estações que nunca foram minhas,
ouço canções de um tempo que nunca vivi.
Sou um andarilho entre mudanças;
faço ninhos no chão para escapar do acaso.
Trago pedras nos bolsos,
para não ser arrastado pelo vento.
Tenho cicatrizes bordadas a fogo lento.
Às vezes caminho sem rumo, sem bússola,
meus passos tocando ruas que não me reconhecem.
Fui sombra de lamparinas antigas,
já morei sob telhados sem luz elétrica.
Sou uma mistura de analógico com digital,
um código-fonte perdido entre cartas escritas à mão.
Já escrevi bilhetes em lenço de papel;
hoje, digito em teclado virtual.
Já fui cortador de cana,
me perdi entre cafezais.
Trocaram meus lápis por enxadas.
Escrevi minha infância sob o sol;
meus primeiros sonhos, hoje, são devaneios.
Joguei bola descalço,
tomei banho de cachoeira,
ralei os joelhos no cascalho.
Sei o que é beber leite no curral.
Disseram que venci
quando me aplaudiram na colação de grau.
Vislumbrei o feito, até que percebi
que o diploma era um passo, não a chegada.
Hoje, sou matéria em trânsito:
entre o que se forma e se desfaz.
Mas não se engane:
posso ser rocha, água, guerra e paz.
Carrego nas costas poeiras do século vinte.
Companheiro das máquinas, compartilho ideias.
Num "Admirável Mundo Novo", às vezes me perco,
Por muitas vezes visitei o passado,
mais vezes do que precisava.
Estou escolhendo viver no presente,
e tenho encontrado razões contundentes.
Hoje, meus poemas voam entre nuvens,
se espalham em telas,
às vezes se perdem entre minha mente e o algoritmo.
Mas a poesia — essa...
essa me encontra onde eu estiver.
Temos nos encontrado intimamente na sala de estar.
Neste poema autobiográfico e reflexivo, descrevo minha trajetória como um andarilho do tempo — alguém que caminha entre o passado e o presente, entre o analógico e o digital, entre o século XX e o XXI.
✍️ @opoetatardio — Pedro Trajano
sexta-feira, março 28, 2025
🍷 Um Brinde ao Agora 🍷
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