Palavras que tardaram a chegar, mas que agora fluem como um rio de possibilidades. Versos que nascem do silêncio contemplativo, contos que emergem das sombras da memória e reflexões que iluminam o cotidiano com nova perspectiva. Um refúgio literário onde compartilho as inquietações e descobertas de um poeta que encontrou nas palavras, mesmo que tardiamente, sua verdadeira forma de existir e dialogar com o mundo.
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segunda-feira, dezembro 01, 2025
Há de ser...
sexta-feira, novembro 28, 2025
Gotinhas de Poesia # 14 - Nem Sempre
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quarta-feira, novembro 26, 2025
Azul Singular
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Gotinhas de Poesia # 13 - Sob a lua inteira
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Gotinhas de Poesia # 12 - miseráveis
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quarta-feira, novembro 12, 2025
Todos os Instantes no Agora
diferentes de todos os outros encontros,
em territórios que só existem quando nos desejamos.
Sou paisagem que arde quando me tocas,
pela lembrança que incendeia o corpo
o que desperta o que jamais adormece.
Carrego vestígios teus
nas frestas vivas da minha pele,
como murmúrios pulsando
entre as brisas das árvores,
ou guardados em vidros antigos
que o tempo abre devagar,
com a mesma sede dos meus lábios.
E quando te aproximas,
a penumbra se curva ao nosso desejo —
somos só nós,
corpos que se encontram e se consomem,
inteiros na chama que nos chama,
no desejo que nos reclama.
Então deixamos que o instante
nos devore sem pudor,
pois, quando nossas respirações se tocam,
o próprio agora
aprende o ritmo ardente do amor
e se oferece inteiro a nós.
Somos só nós — eu e você.
terça-feira, novembro 04, 2025
Cicatrizes
Porque até a dor, um dia, encontra sua forma de silêncio.
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