Não é só na primavera que existem flores
No agito do cotidiano, também as vejo no inverno
Mesmo no outono, há cores e amores
Quando a visão se perde, abro os olhos do coração
E sinto o amor da vida, como o calor do verão.
Pedro Trajano
opoetatardio
Palavras que tardaram a chegar, mas que agora fluem como um rio de possibilidades. Versos que nascem do silêncio contemplativo, contos que emergem das sombras da memória e reflexões que iluminam o cotidiano com nova perspectiva. Um refúgio literário onde compartilho as inquietações e descobertas de um poeta que encontrou nas palavras, mesmo que tardiamente, sua verdadeira forma de existir e dialogar com o mundo.
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