Palavras que tardaram a chegar, mas que agora fluem como um rio de possibilidades. Versos que nascem do silêncio contemplativo, contos que emergem das sombras da memória e reflexões que iluminam o cotidiano com nova perspectiva. Um refúgio literário onde compartilho as inquietações e descobertas de um poeta que encontrou nas palavras, mesmo que tardiamente, sua verdadeira forma de existir e dialogar com o mundo.
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sábado, setembro 21, 2024
Céu Sem Sol
No ar, poeira, a fumaça esconde o sol Há dias que não vemos o azul celeste Apenas o cinza como se fosse Gotham City E a terra clama por seus heróis Vilões e mocinhos, somos todos nós.
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