Palavras que tardaram a chegar, mas que agora fluem como um rio de possibilidades. Versos que nascem do silêncio contemplativo, contos que emergem das sombras da memória e reflexões que iluminam o cotidiano com nova perspectiva. Um refúgio literário onde compartilho as inquietações e descobertas de um poeta que encontrou nas palavras, mesmo que tardiamente, sua verdadeira forma de existir e dialogar com o mundo.
Encontre aqui:
terça-feira, setembro 17, 2024
O Ciclo
No fim de todo dia permito-me morrer Para renascer a cada novo amanhecer Desfaço-me das sombras que me prendem Para encontrar novos sonhos e ir além Das minhas limitações antes de morrer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário