Palavras que tardaram a chegar, mas que agora fluem como um rio de possibilidades. Versos que nascem do silêncio contemplativo, contos que emergem das sombras da memória e reflexões que iluminam o cotidiano com nova perspectiva. Um refúgio literário onde compartilho as inquietações e descobertas de um poeta que encontrou nas palavras, mesmo que tardiamente, sua verdadeira forma de existir e dialogar com o mundo.
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terça-feira, setembro 03, 2024
Efêmera eternidade
Nos jardins de ipês, te encontrei Entre sonhos e o real, te busquei Tua pele e teus lábios, toquei Como a chuva se oferece à terra Para ti, eu sem reservas me entreguei E na efêmera eternidade, te amei.
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