não foi na estação das flores
o galho cede
onde caiu
ou onde insisto em voltar
há dias
em que digo que já passou
há outros
em que ainda piso ali
como se fosse a primeira vez
Palavras que tardaram a chegar, mas que agora fluem como um rio de possibilidades. Versos que nascem do silêncio contemplativo, contos que emergem das sombras da memória e reflexões que iluminam o cotidiano com nova perspectiva. Um refúgio literário onde compartilho as inquietações e descobertas de um poeta que encontrou nas palavras, mesmo que tardiamente, sua verdadeira forma de existir e dialogar com o mundo.